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Mostrando postagens de fevereiro, 2023

Sem luta, não há negociação real - Proposta de reajuste salarial de 7,8% ao funcionalismo mantém o arrocho

Rejeitar a proposta e convocar as assembleias, comitês e paralisação para conquistar a reposição das perdas e revogar as contrarreformas A grande maioria do funcionalismo público federal amarga um grande arrocho salarial, as entidades nem mesmo apresentam um índice das perdas reais acumuladas ao longo dos governos, uma vez que consideram as mudanças em planos de carreira como um tipo de reajuste. A ausência de divulgação do índice das perdas inflacionárias já é parte de uma política de conciliação. Apesar de a Constituição Federal estabelecer a revisão anual e linear dos salários do funcionalismo, com paridade para aposentados e data-base em janeiro, há tempos as direções fazem acordos em separado em carreira e benefícios. Postura corporativista que quebra a força coletiva do funcionalismo público. Sob o governo Bolsonaro, o funcionalismo foi elogiado pelo ex-ministro da Economia por seu patriotismo em nem mesmo reivindicou a reposição salarial, sob a pandemia. O ex-ministro também se ...

Pela revogação imediata das medidas que destroem direitos do funcionalismo federal!

O artigo que segue foi publicado no jornal Massas nº 666, de 12 de junho de 2022. No entanto, o texto permanece atual, uma vez que o novo governo Lula não chegou até agora a revogar nenhuma dessas medidas. A luta pela reposição das perdas salariais deve caminhar lado a lado com a luta por revogar as medidas que precarizam as condições de trabalho dos servidores, junto com a luta geral pela revogação das reformas trabalhista e previdênciária, do teto de gastos e da reforma do ensino médio. Segue o texto: Bolsonaro vem fazendo a reforma administrativa. Na sua base, estão a destruição de direitos do funcionalismo e a precarização dos serviços públicos! O projeto de reforma administrativa continua no Congresso Nacional. O governo não conseguiu aprová-lo de conjunto. No entanto, vem impondo a reforma administrativa por partes. Resumimos os principais decretos de Bolsonaro, referentes aos servidores públicos, que amargam mais de cinco anos sem reajuste salarial. Restrição de concursos O Decr...

UFRN inicia a implementação do PGD (Programa de Gestão e Desempenho)

  Um grande retrocesso nas condições de trabalho dos servidores   Neste mês de fevereiro, a Reitoria da UFRN começou a implementar o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), que tem como principal medida substituir o controle de frequência do ponto eletrônico pelo controle de frequência por “entregas”. Dessa forma, o dia de trabalho do servidor deixa de ser medido pela jornada de 8 horas, e passa a ser mensurado a partir do cumprimento de metas/tarefas. Por isso que temos dito que se trata, na prática, da destruição do direito histórico à jornada de trabalho de 8 horas. Caso haja uma redução do número de servidores em decorrência da diminuição das vagas nos concursos, isso levará a uma sobrecarga de trabalho. Nesse cenário, sem uma jornada de trabalho delimitada, os servidores, sobrecarregados (o que já é a realidade de muitos), se verão pressionados a trabalhar mais do que 8 horas por dia para conseguir cumprir as suas metas/tarefas, sem que essas horas a mais sejam conta...