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À assembleia do SINTEST/RN (04/07), que elegerá os delegados para a Plenária da FASUBRA

PELO REPASSE INTEGRAL DAS PERDAS SALARIAIS, QUE JA SOMAM 53,05% !! NADA DE PARCELAMENTO!   Esta assembleia do SINTEST/RN, que elegerá delegados para a FASUBRA, acontece em uma conjuntura importante. O FONASEFE (fórum do qual a FASUBRA faz parte e que reúne as entidades representantes do funcionalismo federal) já está discutindo a campanha salarial de 2024. Segundo o FONASEFE, nossa categoria acumula um índice de 53,05% de perdas salariais desde 2010. O que estamos a reivindicar não é aumento, mas apenas recuperar o poder de compra que tínhamos há 13 anos. Lamentavelmente, as entidades do FONASEFE, reunidas no dia 30 de junho, decidiram reivindicar ao governo que os 53,05% sejam parcelados em três anos (2024, 2025 e 2026). Trata-se de uma proposta ruim para a categoria, uma vez que já leva ao governo uma reivindicação rebaixada e que acaba atando as mãos e pés do funcionalismo público federal para que não faça luta salarial nos próximos três anos. Além disso, o FONASEFE e...

Terceirizados da UFRN paralisam pelo pagamento dos salários atrasados

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Já há três dias que os trabalhadores terceirizados da construção civil da UFRN paralisam suas atividades cobrando o pagamento dos salários atrasados. O pagamento deveria ter ocorrido até sexta-feira (07/04). Além disso, os trabalhadores reclamam que até agora a empresa não repassou o aumento da última convenção coletiva, que era para ser dado desde 1° de novembro de 2022. E também o repasse do aumento do vale-refeição, que está defasado desde 2021. A empresa D&L pertence ao mesmo grupo da empresa CRIART. Já tem sido recorrente, desde o início do contrato, atrasos salariais por parte dessas duas empresas. O que causa desespero nesses trabalhadores, que ficam sem ter como se alimentar, comprar remédios a seus filhos, pagar suas contas etc. Neste dia 13 de abril, os trabalhadores, sob a convocação de seu sindicato, se concentraram no Hall da Reitoria da UFRN para cobrar o pagamento de salários e o repasse do reajuste no salário e vale-refeição. A Corrente Proletária na Educação presta...

Todo apoio à luta dos estudantes da UFRN pelo aumento da bolsa!

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Na tarde desta segunda (13/03), às 14 horas, os estudantes da UFRN realizam um ato na Reitoria reivindivando o aumento da bolsa de apoio técnico, que há mais de dez anos é apenas de 400 reais. É evidente que esse valor, bastante defasado, está longe de garantir qualquer condição de permanência do estudante na universidade. A Corrente Proletária na Educação (CPE) manifesta solidariedade à luta dos estudantes pelo aumento da bolsa, e que a reitoria atenda imediatamente a reivindicação do aumento da bolsa estudantil!

Terceirizados da UFRN novamente com salários atrasados

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Justamente no dia 08 de março, dia internacional da mulher trabalhadora, os trabalhadores terceirizados da limpeza (em sua maioria mulheres) e os motoristas da UFRN estão novamente sofrendo com salários atrasados. As empresas, CRIART e D&L, que são de um mesmo grupo, teriam até ontem (07/03) para realizar o pagamento referente ao mês de fevereiro. As empresas sequer informaram uma nova data para o pagamento dos salários. Novamente os terceirizados estão sem saber se conseguirão comer nos próximos dias, ou se pagarão o aluguel e as contas atrasadas, que já começam a correr os juros. Diante da denúncia dos trabalhadores, entramos em contato com um dos diretores do sindicato que representa a categoria, o SINDLIMP, o qual informou que já notificou a empresa via ofício, dando um prazo de 36 horas para que haja a regularização o pagamento. A Corrente Proletária na Educação (CPE) entende que, uma vez encerrado o prazo de 36 horas e a empresa não realizar o pagamento, só há uma saída...

Sem luta, não há negociação real - Proposta de reajuste salarial de 7,8% ao funcionalismo mantém o arrocho

Rejeitar a proposta e convocar as assembleias, comitês e paralisação para conquistar a reposição das perdas e revogar as contrarreformas A grande maioria do funcionalismo público federal amarga um grande arrocho salarial, as entidades nem mesmo apresentam um índice das perdas reais acumuladas ao longo dos governos, uma vez que consideram as mudanças em planos de carreira como um tipo de reajuste. A ausência de divulgação do índice das perdas inflacionárias já é parte de uma política de conciliação. Apesar de a Constituição Federal estabelecer a revisão anual e linear dos salários do funcionalismo, com paridade para aposentados e data-base em janeiro, há tempos as direções fazem acordos em separado em carreira e benefícios. Postura corporativista que quebra a força coletiva do funcionalismo público. Sob o governo Bolsonaro, o funcionalismo foi elogiado pelo ex-ministro da Economia por seu patriotismo em nem mesmo reivindicou a reposição salarial, sob a pandemia. O ex-ministro também se ...

Pela revogação imediata das medidas que destroem direitos do funcionalismo federal!

O artigo que segue foi publicado no jornal Massas nº 666, de 12 de junho de 2022. No entanto, o texto permanece atual, uma vez que o novo governo Lula não chegou até agora a revogar nenhuma dessas medidas. A luta pela reposição das perdas salariais deve caminhar lado a lado com a luta por revogar as medidas que precarizam as condições de trabalho dos servidores, junto com a luta geral pela revogação das reformas trabalhista e previdênciária, do teto de gastos e da reforma do ensino médio. Segue o texto: Bolsonaro vem fazendo a reforma administrativa. Na sua base, estão a destruição de direitos do funcionalismo e a precarização dos serviços públicos! O projeto de reforma administrativa continua no Congresso Nacional. O governo não conseguiu aprová-lo de conjunto. No entanto, vem impondo a reforma administrativa por partes. Resumimos os principais decretos de Bolsonaro, referentes aos servidores públicos, que amargam mais de cinco anos sem reajuste salarial. Restrição de concursos O Decr...

UFRN inicia a implementação do PGD (Programa de Gestão e Desempenho)

  Um grande retrocesso nas condições de trabalho dos servidores   Neste mês de fevereiro, a Reitoria da UFRN começou a implementar o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), que tem como principal medida substituir o controle de frequência do ponto eletrônico pelo controle de frequência por “entregas”. Dessa forma, o dia de trabalho do servidor deixa de ser medido pela jornada de 8 horas, e passa a ser mensurado a partir do cumprimento de metas/tarefas. Por isso que temos dito que se trata, na prática, da destruição do direito histórico à jornada de trabalho de 8 horas. Caso haja uma redução do número de servidores em decorrência da diminuição das vagas nos concursos, isso levará a uma sobrecarga de trabalho. Nesse cenário, sem uma jornada de trabalho delimitada, os servidores, sobrecarregados (o que já é a realidade de muitos), se verão pressionados a trabalhar mais do que 8 horas por dia para conseguir cumprir as suas metas/tarefas, sem que essas horas a mais sejam conta...